PLANO DE CONTINGÊNCIA DO TÉNIS CLUBE DE LAMEGO

 

 

I N T R O D U Ç ÃO

Pretende-se, com este documento, fornecer informação aos utilizadores do Ténis Clube de Lamego (TCL) - atletas, treinadores e árbitros - sobre as medidas de prevenção e controlo desta infeção, assim como sobre os procedimentos e medidas a adotar perante a identificação de casos suspeitos e/ou confirmados.
Este Plano de Contingência para a Doença por Coronavírus (COVID-19) foi desenvolvido com base nas orientações da Federação Portuguesa de Ténis e Direção Geral de Saúde.
O presente manual pode ser alvo de revisão e atualização, nomeadamente pela existência de novas recomendações ou imposições das autoridades competentes.

CONTEXTUALIZAÇÃO

O QUE É O NOVO CORONA VÍRUS 

Os Coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença em animais e no ser humano. A infeção resultante nos humanos é habitualmente uma infeção respiratória moderada, podendo  assemelhar-se  a  uma  gripe  comum,  no  entanto,  pode apresentar-se como uma doença mais grave, como síndromes respiratórios agudos e pneumonias.

 

O Novo Coronavírus SARS-CoV-2                                                                                            

O Novo Coronavírus, designado SARS-CoV-2, foi identificado como causa de vários casos de pneumonia que surgiram em dezembro de 2019, na China. Sendo um agente anteriormente desconhecido, foi identificado pela primeira vez em seres humanos, com uma ligação epidemiológica a um mercado de animais, na cidade de Wuhan, na China. Sendo conhecida a sua proveniência animal, a fonte da infeção não foi ainda confirmada.
A doença associada a este novo coronavírus é denominada como COVID-19.

Processo de Transmissão da Infeção

Pelo que é conhecido de outros coronavírus, a transmissão de COVID-19 acontece quando existe contacto próximo – perímetro até 2 metros – com uma pessoa infetada. O risco de transmissão aumenta quanto maior for o período de contacto com uma pessoa infetada. Considera-se que a COVID-19 pode transmitir-se por gotículas respiratórias (partículas superiores a 5μ), pelo contacto direto com secreções infeciosas e por aerossóis em procedimentos terapêuticos que os produzem (inferiores a 1μ).
A transmissão de pessoa para pessoa foi confirmada e julga-se que esta ocorre durante uma exposição próxima a pessoa com COVID-19, através da disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, as quais podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas.
O  contacto  das  mãos  com  uma  superfície  ou  objeto  contaminado  com  o  novo
coronavírus e, em seguida, o contacto com a mucosa oral, nasal ou ocular (boca, nariz ou olhos), pode conduzir à transmissão da infeção.
A doença também pode manifestar-se apenas com sintomas leves, incluindo febre baixa, tosse, mal-estar, rinorreia (corrimento nasal), dor de garganta, sem quaisquer sinais de aviso, como falta de ar ou dificuldade em respirar, aumento das secreções respiratórias (ou seja, expetoração ou hemoptise – eliminação de sangue), sintomas gastrointestinais como náuseas, vómitos e/ou diarreia e sem alterações no estado mental.

SINAIS E SINTOMAS

Os sintomas mais frequentes do Coronavírus COVID-19 são os seguintes:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar (dificuldade respiratória)
  • Cansaço
  • Dores musculares


De forma geral, estas infeções podem causar sintomas mais graves em pessoas com sistema imunitário  mais  fragilizado,  pessoas  mais  velhas,  e  pessoas  com  doenças crónicas como diabetes, cancro e doenças respiratórias.

T R A T A M E N TO

Atualmente não existe vacina contra o COVID-19. Sendo um novo vírus, estão em curso as investigações para o seu desenvolvimento. O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) considera que existe, neste momento, uma probabilidade moderada de importação de casos nos países da União Europeia/Espaço Económico Europeu (UE/EEE). A probabilidade de transmissão secundária na UE/EEE é baixa, desde que sejam cumpridas as práticas adequadas de prevenção e controlo de infeção.

PREVENÇÃO DA INFEÇÃO

No que respeita à prevenção, a OMS recomenda a aplicação das precauções básicas de controlo de infeção, nomeadamente, medidas básicas de higiene, distanciamento social, a etiqueta respiratória e a prática de segurança alimentar, para reduzir a exposição e a transmissão da doença.

As principais recomendações são as seguintes:

  • Evitar contato próximo com doentes com infeções respiratórias;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes pessoas;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar contato desprotegido com animais selvagens ou de quinta;
  • Uso de máscaras sociais ou cirúrgicas (para pessoas com sintomas ou de grupo considerados de risco);
  • Se tem sintomas desta doença e regressou nos últimos 14 dias de uma área com transmissão comunitária ativa, ligue para a linha SRS Madeira: 800 24 24 20.

DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITOS

A definição seguidamente apresentada é baseada na informação disponível, à data, no Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças Transmissíveis (ECDC) e foi definida pela Direção Geral da Saúde como aquela que deve ser adotada pelas instituições:
Critérios clínicos: Infeção respiratória aguda (febre ou tosse ou dificuldade respiratória) requerendo ou não hospitalização;
Critérios epidemiológicos: História de viagem para áreas com transmissão comunitária ativa nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas  ou contacto com caso confirmado ou provável de infeção por COVID-19, nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas ou profissional de saúde ou pessoa tenha estado em instituição de saúde onde são tratados doentes com COVID-19.

Considera-se que a COVID-19 pode transmitir-se:

  • Por gotículas respiratórias (partículas superiores a 5 mícrons);
  • Pelo contacto direto com secreções infeciosas;
  • Por   aerossóis   em   procedimentos   terapêuticos   que   os   produzem (inferiores a 1 mícron).
  • A transmissão de pessoa para pessoa foi confirmada e julga-se que esta ocorre durante uma exposição próxima a pessoa com COVID-19, através da disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, as quais podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas;
  • O contacto das mãos com uma superfície ou objeto com o COVID-19 e, em seguida, o contacto com a mucosa oral, nasal ou ocular (boca, nariz ou olhos), pode conduzir à transmissão da infeção.
 

PLANO DE CONTINGÊNCIA

Torneios de Ténis organizados pelo Clube

  • O diretor do torneio é responsável por fazer cumprir e informar acerca dos procedimentos e normas bem como dirigir a atuação perante uma emergência.
  • Os momentos que  promovam  aglomerados  de  pessoas  devem  ser  revistos  ou cancelados quando não estritamente necessários. (“sign-in” ou similar; cerimónias de abertura; reuniões de treinadores; Entregas de prémios, etc.)
  • Serão disponibilizados produtos de higienização de acordo com a dimensão do torneio.
  • Deverá manter-se  uma   distância   mínima   entre   bancos   no   court   de   pelo   menos 5 metros. (mantendo a distância adequada entre os bancos e os courts adjacentes)
  • As cadeiras dos jogadores devem estar posicionadas a uma distância de segurança, nunca inferior a 3 metros relativamente ao árbitro de cadeira e ao público;
  • Reforço na limpeza e desinfeção de todas as áreas partilhadas.
  • Todo o Staff do torneio deverá utilizar equipamento de proteção individual.

Os jogadores:

Antes e depois do jogo:

  • Os jogadores devem, quando possível, evitar permanecer nas instalações do clube antes e depois dos jogos.
  • Não deixar o saco pousado em zonas de passagem ou em pontos de maior risco de contágio.
  • Recomendamos que proteja os “grips” das raquetes caso o saco de transporte não as envolva.

Durante o jogo:

  • É recomendável a utilização de bolas novas para cada encontro.
  • Nas trocas de lado os jogadores devem garantir sempre o distanciamento recomendado (3m) e sempre que possível efetuar a troca por lados opostos da rede.
  • Os jogadores devem evitar circular com as toalhas pelo court.
  • Os  jogadores  devem  manter  a  distância  recomendada  caso  seja  necessária  a confirmação /inspeção da marca por ambos os jogadores e eventualmente um membro da equipa de arbitragem.
  • Recomendamos substituir o procedimento habitual de “aperto-de-mãos” após o jogo por um toque de raquetes.

Os Árbitros:

  • No “pré-match meeting” deverá ser respeitada a distanciamento recomendado (3m), devendo este ser o mais breve possível.
  • As bolas usadas devem ser armazenadas num local próprio.

Os juiz-árbitros:

  • O  Juiz-árbitro deverá contar com  meios de higienização.

Normas de ACESSO ÀS INSTALAÇÕES:

A utilização dos courts de ténis será possível para todos os praticantes da modalidade.

Não devem jogar as pessoas que:
a.  Tenham estado em contacto com alguém infetado nos últimos 14 dias.
b. Tenham sintomas de doença, nomeadamente, tosse, febre, dificuldade respiratória, dor de garganta, dores musculares, alterações do paladar e/ou do olfato).
c. Pertençam a um grupo considerado de risco (contacto com doente COVI-19 ou comorbilidades).

  • A movimentação dentro da infraestrutura desportiva, a deslocação para a infraestrutura desportiva e a utilização dos courts de ténis, devem ser feitas respeitando na íntegra todas as recomendações e ordens determinadas pelas autoridades de saúde e pelas forças de segurança e serviços de segurança, designadamente as respeitantes às distâncias a observar entre as pessoas;
  • Todos os praticantes, deverão chegar e sair o mais perto possível da hora de início e fim do jogo/aula.

Normas e Recomendações complementares de SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES:

  • Todas as estruturas de apoio à atividade de ténis poderão abrir seguindo as normas de segurança e higiene definidas pelas autoridades nacionais de saúde, com exceção dos balneários. (é permitido o acesso a instalações sanitárias)
  • Todas as estruturas de apoio que não estiverem relacionadas com a atividade de ténis e áreas sociais terão de obedecer às normas e limitações específicas da sua atividade.
Reduzir a capacidade máxima dos espaços, por forma a assegurar o distanciamento físico recomendado (2 metros) entre as pessoas nas instalações e garantir o cumprimento da legislação em vigor.
  • É fornecido sabão, desinfetante de mãos ou toalhetes em todos os principais pontos de contacto, mas é conveniente que o praticante providencie, complementarmente o seu material  de  proteção  individual  com  que  se  deve  fazer  acompanhar  (vaporizador alcoólico, gel alcoólico ou toalhete desinfetante).
  • O Clube não empresta ou aluga equipamento como bolas ou raquetes.
  • Todos os profissionais do clube devem ser conhecedores das normas e das medidas e deverão ser os mesmos a dar o exemplo. Caso necessário devem ser promovidas ações de esclarecimento internas para o cumprimento das normas.
  • Todos os praticantes devem ser informados e ser conhecedores das normas e das medidas em vigor.
  • Todos os responsáveis do clube devem ter equipamento de proteção individual adequado.

Courts de ténis:

  • A utilização de cada court terá um período mínimo de 10 minutos sem utilização entre treinos, para evitar o contato entre os praticantes no momento de entrada e saída do court.
  • As entradas no court devem ser feitas em separado e as portas devem estar abertas, antes, durante e depois do treino de modo e evitar o manuseamento da porta por pessoas diferentes.

Recomendações  técnicas  complementares  de  SEGURANÇA NO TREINO:

  • O número de jogadores por court deverá ser definido de forma a manter uma distância de segurança de pelo menos 3 metros.
  • O  treinador  deve  organizar  os  jogadores  no  treino  de  forma  a  cumprir  com  o distanciamento referido no ponto anterior.
  • Manter  o  distanciamento  social  em  todos  os  momentos,  incluindo  quando  se  dá feedback e enquanto os jogadores estão em tempo de descanso.
  • Limitar a utilização de equipamentos de treino, tais como cones ou alvos.
  • Não deixar que os alunos toquem em qualquer equipamento de treino.

Recomendações técnicas complementares de segurança NA UTILIZAÇÃO LIVRE

  • O  máximo  de  4  (quatro)  praticantes  por  court,  procurando  sempre  manter  uma distância de segurança de pelo menos 3 metros.
  • Manter o distanciamento social em todos os momentos, incluindo nos tempos de descanso.

Recomendações comportamentais complementares de segurança NO COURT,  NO TREINO  e UTILIZAÇÃO LIVRE:

  • As raquetes não devem ser partilhadas em nenhum momento. Recomenda-se a desinfeção do corpo e punho da raquete e a colocação de um “overgrip” novo sempre que a raquete foi encordoada por outra pessoa.
  • Lavar ou desinfetar as mãos antes e depois do treino e evitar o contacto com o rosto.
  • Não partilhar as garrafas de água e levar a sua própria garrafa.
  • Evitar contactos desnecessários em qualquer superfície ou objeto permanente do court.
  • (rede, “stick’s” de singulares, cadeira de arbitro, vedações, gradeamento, etc.)
  • Promover as técnicas de prevenção de propagação do COVID-19 e dar o exemplo com as mesmas;
 

FICHA DE CONTACTOS COVID 19

 

Clube: TÉNIS CLUBE DE LAMEGO

Prof. Rui Medeiros

 Técnico de contacto
(Clube):

 

Telemóvel - 915 590 782

  



Rui Ramos

        Contacto do Responsável do Clube

Telemóvel - 918 369 750

  



 

PARA SITUAÇÕES LIGADAS AO COVID 19

 

SNS Saúde 24                                     808 24 24 24

 

E-mail SNS Saúde 24                  atendimento@sns24.gov.pt

CENTRO DE SAÚDE LOCAL

USF ALMEDINA - Rua de Fafel, 41

5100-143 LAMEGO

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